A Azul anunciou seus resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25), que chegaram a R$ 2,1 bilhões no quesito operacional e de Ebitda. Os números refletem um trimestre de alta demanda, eficiência crescente e forte contribuição das unidades de negócio no fechamento do último trimestre, período em que a companhia já se encontrava na fase final de seu processo bem-sucedido de reestruturação sob o Chapter 11 nos Estados Unidos.
A receita operacional da companhia chegou a R$ 5,8 bilhões, crescimento de 4,6% em relação ao mesmo período de 2024 e o maior valor já registrado pela Companhia para um quarto trimestre. O Ebitda totalizou R$ 2,1 bilhões, com expansão de 9,6% ano contra ano e margem de 36,9%, o melhor resultado da história da Azul.
O resultado operacional também alcançou marca recorde, atingindo R$ 1,42 bilhão, com margem de 24,5%, impulsionado também por ajustes de malha que elevaram a eficiência e a rentabilidade.“Encerramos 2025 com resultados excepcionais e com uma Azul pronta para um novo momento da sua história. Mesmo passando pela fase final de um processo complexo de reestruturação, entregamos recordes importantes, que reforçam a força do nosso modelo de negócios, a resiliência da companhia, o compromisso dos nossos Tripulantes e a nossa capacidade de execução”, afirmou John Rodgerson, CEO da Azul.
